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No ano, Neilton tem nove gols marcados. No Campeonato Brasileiro, são seis. Já Sassá marcou nove no Brasileirão e tem mais um na temporada. A disputa pelo destaque no ataque alvinegro existe, mas o camisa 7 garante que não há vaidade na disputa com o centroavante.
– Não vejo assim, as coisas acontecem naturalmente com o trabalho. Fico feliz pelo momento do Sassá, que é um grande amigo. Não tem essa vaidade de querer tanto ser artilheiro – garante o velocista, que marcou duas vezes contra o Palmeiras, mas está zerado há três jogos.
Depois do último jogo, contra o Sport, Túlio Maravilha – que estava no estádio Mário Helênio, em Juiz de Fora – publicou numa rede social a esperança de que os atuais titulares do Botafogo tenham o mesmo sucesso que o ídolo alvinegro teve ao lado de Donizete em 1995. Neilton, porém, prefere evitar comparação.
-Eles têm a história deles. Não tem o que comparar ainda. Eles foram ídolos. Nós estamos construindo nossa história. Evitamos comparações. Estamos aqui para ajudar. A idolatria fica para eles. Estamos aqui para buscar nosso espaço a cada dia – reitera o jogador.
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